Em teste pré-UFC 182, Jon Jones é flagrado por uso de cocaína. Campeão do UFC se internou em reabilitação

Considerado o melhor Atleta Peso Por Peso, Jon Jones falha no antidoping (Foto: Divulgação)

A notícia divulgada nas primeiras horas da noite dessa terça-feira, 06, atingiu em cheio os fãs do MMA, que restaram perplexos com as informações chegadas da Comissão Atlética do Estado de Nevada (NSAC): em exame antidoping realizado no início do mês de dezembro, Jon Jones (21v-1d), campeão dos Pesos Meio Pesados do UFC, testou positivo para a benzoilecgonina, que é o principal metabólito da cocaína.

Através de sua conta no microblog Twitter, “Bones” Jones pediu desculpas pela sua falha.

Eu quero pedir desculpas a minha noiva, meus filhos, assim como a minha mãe, pai e irmãos pelo erro que cometi. Eu também quero me desculpar com o UFC, meus treinadores, meus patrocinadores e, igualmente importante, para os meus fãs. Eu estou tomando esta versão do programa de tratamento a sério. Neste momento, eu e minha família pedimos privacidade.

O exame, realizado no dia 04 de dezembro, teve o seu resultado divulgado para a NSAC em 23 do mês passado. Segundo o Diretor Executivo da Comissão Bob Bennett, o campeão de 27 anos Jon Jones foi autorizado para duelar contra Daniel Cormier em 03 de janeiro pois a benzoilecgonina não é proibido fora do período de competição pela Agência Mundial Antidoping (WADA).

Após a divulgação dos resultados ocorrida ontem, o lutador informou que estava sendo internado em uma clínica de reabilitação, fato esse elogiado por Dana White em um comunicado oficial do UFC.

Estou orgulhoso do Jon Jones por tomar a decisão de entrar em uma instalação de tratamento de drogas. Estou confiante de que ele vai sair a partir deste programa, como o campeão que ele realmente é.

A cocaína é um potente estimulante do Sistema Nervoso Central (SNC) e um anestésico local. A cocaína induz a euforia e a sensação de aumento de energia no usuário; estes efeitos psicológicos são acompanhados pelo aumento do ritmo cardíaco, dilatação das pupilas, febre, tremores e sudorese.

A droga é freqüentemente autoadministrada através da inalação nasal, injeção intravenosa e inalação de vapor pelo aquecimento da base livre. Ela é excretada na urina como benzoilecgonina em um tempo curto. A benzoilecgonina tem uma meia vida biológica maior (5-8 horas) do que a cocaína (0,5 – 1,5 horas) e, geralmente, pode ser detectada 24 a 48 horas após o uso.

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